FOLDER PROMOCIONAL
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:: Seminário vai abordar futuro do mercado de máquinas ::
No 14º Seminário Internacional de Alta Tecnologia – que será promovido pela Unimep no dia 22 de outubro, em Piracicaba (SP) - Christian Mueller, vice-presidente da B. Grob do Brasil, vai apresentar a palestra “O futuro do mercado de máquinas-ferramenta no Brasil”.
Na palestra, Mueller apresentará tecnologias que a Grob vem desenvolvendo e algumas que já estão à disposição do mercado mundial. Vai abordar, por exemplo, as vantagens do conceito multifuso, como a economia em termos de custo do investimento, de espaço físico, de mão-de-obra e de “custo por peça”.
O engenheiro detalhará ainda os avanços da Grob na área de usinagem a seco e MQL falará ainda sobre TCO (Total Cost of Ownership), aspecto muito difundido no mercado europeu e ainda pouco difundido no mercado brasileiro.
Outro ponto a ser abordado serão as soluções ambientalmente amigáveis, como o desenvolvimento de cabines de sopro, a ar comprimido, em substituição às lavadoras industriais que consomem grandes quantidades de água. Além disso, Mueller vai detalhar o programa da Grob para redução do consumo de energia nas máquinas-ferramenta. O objetivo é reduzir o consumo em 25% em 10 anos.
14º Seminário Internacional de Alta Tecnologia - Inovações Tecnológicas na Manufatura
Data: 22 de outubro de 2009
Local: Campus Taquaral da Unimep, em Pìracicaba (SP)
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:: Novos clientes no seguimento de máquinas Stand-Alone ::
Com a vantagem no financiamento junto ao BMDES (FINAME) com juros reduzidos, algumas empresas já se preocupando com aquecimento do mercado concretizaram junto a B GROB a compra de máquinas Stand-Alone, dentro dos modelos BZ500T, BZ640, entre estas empresas estão: a STARA empresa do seguimento de “Implementos Agrícolas” sediada em Não-Me-Toque/ RS que adquiriu em parceria com a GROB nossa máquina modelo BZ500T para usinagem de peças em Ferro Fundido com a possibilidade de novas aquisições ainda este ano e durante o ano de 2010, outro novo parceiro é a empresa Metalúrgica MENEGOTTI de Schroeder / SC esta no seguimento de “Fundição- Ferro Fundido” em fase de expansão e agora também com a construção de sua nova área de usinagem adquirindo da GROB uma BZ500T como máquina padrão de sua fábrica também com a possibilidade de compra de outras máquinas deste modelo durante o próximo ano, na seqüência temos a empresa HYDRAULIC DESIGNERS fabricante de “ Corpos de Válvula - Alumínio” de Taboão da Serra – SP também esta aproveitando das facilidades para formar esta nova parceria entre nossas empresas.
A GROB para estes novos clientes esta firmando uma excelente parceria para os novos negócios dando todo suporte nos processos e necessidades para melhor qualidade de seus componentes.
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:: GROB Brasil vai exportar máquinas para a Índia ::
(16/08/2009) - No início de agosto, a Grob Brasil fechou contrato para fornecer uma célula de acabamento de bloco motor para a MNEPL, joint venture do grupo indiano Mahindra com o Navistar, dos Estados Unidos. O valor do contrato é de 2,5 milhões de euros e envolve uma máquina especial e um centro de usinagem, além de toda a automação da célula.
Christian Mueller, vice-presidente da Grob Brasil, avalia que o fechamento do negócio é uma grande vitória, principalmente por ter ocorrido nesse período de baixa do mercado mundial e também pelo fato de ser para uma empresa da Índia, mercado hoje muito concorrido.
Por outro lado, Mueller avalia que o processo recessivo pode estar chegando ao fim, em especial no Brasil. Depois de amargar um primeiro semestre de forte queda nas vendas – em torno de 70% -, que encolheu os pedidos em carteira de 24 meses para cerca de 10 meses, os negócios estão voltando. “Principalmente os de menor porte, que envolvem pequenos projetos em empresas do setor de autopeças, já estão em ascensão”, afirma. “Estamos num ritmo de fechamento de uma máquina stand-alone a cada duas semanas”.
O executivo também já visualiza o retorno dos grandes projetos das montadoras locais. Em sua análise, até o final deste ano, vários investimentos devem ser anunciados pelos fabricantes de veículos.
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:: Novas tecnologias da GROB para máquinas-ferramenta ::
(06/09/2009 – Usinagem Brasil) - Christian Mueller, vice-presidente da B. Grob do Brasil, apresentou no mês passado palestra em evento organizado pela VDI – Associação de Engenheiros Brasil-Alemanha, em São Paulo, abordando o tema “O futuro das máquinas-ferramenta no mercado brasileiro”. Na palestra, destacou novidades nas quais a Grob vem trabalhando, algumas já disponíveis no mercado mundial.
Um dos destaques foi para o conceito de usinagem multifuso. Para Mueller, a aquisição de uma máquina com dois ou mais fusos, por exemplo, representa grande economia em termos de custo do investimento, de espaço físico, de mão-de-obra e de “custo por peça”, já que uma única máquina executa o trabalho de duas pelo preço de 1,5 (mais ou menos) e ocupando menos espaço físico na planta do cliente – outra necessidade atual.
Mueller lembrou outro aspecto importante no processo de manufatura com máquinas-ferramenta: o custo operacional das máquinas. Na sua opinião, esse aspecto costuma ser pouco observado pelos clientes brasileiros, que se fixam apenas no investimento inicial, não se preocupando com o custo total da operação, que pode extrapolar em muito o custo de um projeto. “Na Europa, praticamente não se vende mais nada sem apresentar o TCO (Total Cost of Ownership)”. Esta visão chegará ao Brasil, constata Müller, mas muito provavelmente sua aceitação será restrita às grandes empresas. “A qualidade de uma máquina-ferramenta tem seu custo no investimento inicial. Sua performance e durabilidade dão ao cliente um retorno extremamente rápido sobre o valor de investimento mais alto devido à economia durante a produção com peças de reposição e desgaste”.
O executivo também relatou a utilização de placas adaptadoras em processos de usinagem. Com a “vida útil” dos produtos cada vez menor, devido a maior diversidade, é necessário maximizar a flexibilidade da produção. Isto é possível com a utilização de placas adaptadoras, sobre a qual podem ser fixados os mais diferentes produtos. A interface da placa com a máquina-ferramenta permanece a mesma. Por um custo de cerca de 20% ao da máquina, essas placas permitem a substituição do processo para o qual a máquina foi desenvolvida, caso a peça venha ser substituída pelo fabricante ou saia do mercado,.
MQL – A Grob tem realizado muitos avanços na “usinagem a seco” com MQL (Mínima Quantidade de Lubrificação). O consumo médio de óleo por hora de produção é de apenas 50 ml. Testes comparativos mostram que o sistema aplicado pela empresa pode gerar economia de 7% sobre o custo total de fabricação de uma peça em alumínio. “Imagine a economia que se pode alcançar em um ano de operação”, frisa Mueller, lembrando que o sistema envolve uma série de adequações, incluindo o desenvolvimento de uma família de centros de usinagem pela Grob há alguns anos, onde a queda do cavaco é vertical.
A operação com MQL provoca aumento gradativo da temperatura do processo, dilatando a peça e reduzindo a qualidade do produto acabado. Para “combater” o aumento da temperatura, a Grob desenvolveu processo de refrigeração – com o emprego de “geladeiras” –, no qual as peças são colocadas assim que são retiradas da máquina, com bons resultados na equalização térmica da peça à temperatura do ambiente.
A empresa também tem desenvolvido outras soluções ambientalmente amigáveis. É o caso da cabine de sopro. Em geral, as peças usinadas passam por várias lavagens após cada processo para a retirada de óleo e cavaco, com grande consumo de água. Como alternativa, a Grob desenvolveu junto a um fornecedor europeu uma cabine de sopro - processo mais limpo, que envolve bicos de ar comprimido orientados corretamente. “Já foram implementadas em linhas de usinagem Grob mais de 150 cabines de sopro nos últimos 5 anos com ótimos resultados, com a retirada de 100% dos cavacos das peças na região especificada. Isso por ¼ do custo de uma lavadora, ocupando menos de 10% do espaço, com custo de manutenção praticamente 0”, informa.
A Grob trabalha ainda num programa de redução do consumo de energia nas máquinas-ferramenta. O objetivo é reduzir o consumo em 25% em 10 anos. Há 5 anos, as máquinas bifuso fabricadas pela Grob consumiam 22 kW. Hoje, o consumo está em 17 kW. Nesse sentido, também desenvolveu um software que desliga os componentes mais importantes da máquina quando parada.
Mueller citou ainda vários procedimentos e equipamentos desenvolvidos pela empresa nos últimos anos, visando aumentar a garantia de qualidade do processo e minimizar os riscos de problemas com a peça do cliente. Um dos destaques é o sistema patenteado pela Grob que reconhece a presença de cavaco no fuso da máquina (10 microns).
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:: Resultado concurso recreativo GROB durante a feira FENAF 2009 ::
"'De quantos componentes é composto o centro de usinagem BZ640 com trocador de palete?' é um concurso de caráter exclusivamente recreativo promovido pela B. GROB do Brasil S. A. durante a 13ª Feira Latino Americana de Fundição – FENAF - no Pavilhão Azul do Expo Center Norte em São Paulo, sem qualquer modalidade de sorteio ou pagamento, nem vinculado à aquisição ou uso de qualquer bem, direito ou serviço, e aberto a todos os visitantes e expositores da Feira no período de 22. a 25.09.2009."
A resposta correta para a pergunta é: 5.943 unidades
Parabéns ao sr. ENILDO BRAZ DA SILVA, o vencedor do concurso acima citado!!
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:: Fagor Ederlan, Grob e Iscar: mostra conjunta na Fenaf ::
(27/09/2009 – Usinagem Brasil) – O maior estande da Fenaf (feira de fundição realizada na semana passada em São Paulo), de 400 m², era compartilhado pelas empresas Fagor Ederlan, B. Grob do Brasil e Iscar do Brasil. A apresentação conjunta foi o modo que as empresas encontraram de apresentar ao mercado a parceria que praticam no interior da Fagor Ederlan, fabricante de autopeças de segurança para eixo e suspensão.
A idéia do estande coletivo partiu da Fagor Ederlan. Heitor M. Tomiyasu, diretor de Suprimentos e Logística, conta que recebeu da Abifa – entidade promotora da Fenaf – a incumbência de convidar fornecedores do setor de fundição para participar da feira. “Tive então a idéia de convidar a Iscar e a Grob, que são nossos principais parceiros nas áreas de ferramentas de corte e de máquinas de usinagem desde 2001, quando passamos também a usinar nossas peças fundidas”.
Tomiyasu lembra que essa decisão foi de grande importância estratégica para a Fagor, tanto que hoje já se transformou no core business da empresa. “Hoje 55% de nossa produção já é formada por peças fundidas e usinadas”, afirma, lembrando que a Fagor Ederlan é a única fabricante de peças de segurança classe A que testa 100% de sua produção com ensaios não-destrutivos.
Para Sílvio Cesarino, diretor de Vendas da Fagor, fornecer as peças já usinadas é uma tendência entre as fundições, com participação crescente no faturamento da empresa. “Hoje já estamos sendo cotados por dois grandes fabricantes de freios para fornecer também peças de freios usinadas”, diz. “Além disso, já entregamos peças com rolamentos acoplados”, informa, justificando sua avaliação sobre o surgimento de outra tendência nesse mercado, que é a de entregar subconjuntos montados às indústrias automobilísticas.
PARCERIA – “Para nós, essa mostra conjunta tem objetivo de apresentar ao mercado que, na Fagor, mantemos uma verdadeira parceira ganha-ganha”, explica Christian Mueller, vice-presidente da Grob do Brasil. Nos últimos oito anos, a Grob já forneceu 17 máquinas para a Fagor Ederlan. “Aqui na feira vendemos mais uma, o centro BZ 640 que estamos expondo. Um detalhe que mostra o nível a que chegamos nesta parceria é que a máquina vai seguir para Extrema após a feira e nem mesmo sentamos para discutir o preço”, salienta.
“Não tínhamos como deixar de aceitar o convite da Fagor Ederlan, empresa com a qual conseguimos estabelecer uma parceria real, sem contar que a participação conjunta reduziu bastante os custos das três empresas”, comenta Eduardo Ribeiro, diretor-presidente da Iscar do Brasil.
Segundo Ribeiro, o conceito embutido na palavra parceria representa a melhor maneira de se atravessar os atuais desafios do mercado. “Desde o final do ano passado, temos proposto aos nossos clientes um novo modelo de relacionamento baseado no trabalho conjunto entre cliente e fornecedor, visando a redução de custos e o aumento de produtividade”, afirma. “É o caso da Fagor Ederlan, onde temos obtido bons resultados”.
Ribeiro lembra que a Iscar também mantém parceria consistente com a Grob. “Nós participamos do desenvolvimento do ferramental das máquinas, que já chegam à Fagor ferramentadas pela Iscar”.
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:: Fagor Ederlan, Grob e Iscar: mostra conjunta na Fenaf ::
(27/09/2009 – Usinagem Brasil) – O maior estande da Fenaf (feira de fundição realizada na semana passada em São Paulo), de 400 m², era compartilhado pelas empresas Fagor Ederlan, B. Grob do Brasil e Iscar do Brasil. A apresentação conjunta foi o modo que as empresas encontraram de apresentar ao mercado a parceria que praticam no interior da Fagor Ederlan, fabricante de autopeças de segurança para eixo e suspensão.
A idéia do estande coletivo partiu da Fagor Ederlan. Heitor M. Tomiyasu, diretor de Suprimentos e Logística, conta que recebeu da Abifa – entidade promotora da Fenaf – a incumbência de convidar fornecedores do setor de fundição para participar da feira. “Tive então a idéia de convidar a Iscar e a Grob, que são nossos principais parceiros nas áreas de ferramentas de corte e de máquinas de usinagem desde 2001, quando passamos também a usinar nossas peças fundidas”.
Tomiyasu lembra que essa decisão foi de grande importância estratégica para a Fagor, tanto que hoje já se transformou no core business da empresa. “Hoje 55% de nossa produção já é formada por peças fundidas e usinadas”, afirma, lembrando que a Fagor Ederlan é a única fabricante de peças de segurança classe A que testa 100% de sua produção com ensaios não-destrutivos.
Para Sílvio Cesarino, diretor de Vendas da Fagor, fornecer as peças já usinadas é uma tendência entre as fundições, com participação crescente no faturamento da empresa. “Hoje já estamos sendo cotados por dois grandes fabricantes de freios para fornecer também peças de freios usinadas”, diz. “Além disso, já entregamos peças com rolamentos acoplados”, informa, justificando sua avaliação sobre o surgimento de outra tendência nesse mercado, que é a de entregar subconjuntos montados às indústrias automobilísticas.
PARCERIA – “Para nós, essa mostra conjunta tem objetivo de apresentar ao mercado que, na Fagor, mantemos uma verdadeira parceira ganha-ganha”, explica Christian Mueller, vice-presidente da Grob do Brasil. Nos últimos oito anos, a Grob já forneceu 17 máquinas para a Fagor Ederlan. “Aqui na feira vendemos mais uma, o centro BZ 640 que estamos expondo. Um detalhe que mostra o nível a que chegamos nesta parceria é que a máquina vai seguir para Extrema após a feira e nem mesmo sentamos para discutir o preço”, salienta.
“Não tínhamos como deixar de aceitar o convite da Fagor Ederlan, empresa com a qual conseguimos estabelecer uma parceria real, sem contar que a participação conjunta reduziu bastante os custos das três empresas”, comenta Eduardo Ribeiro, diretor-presidente da Iscar do Brasil.
Segundo Ribeiro, o conceito embutido na palavra parceria representa a melhor maneira de se atravessar os atuais desafios do mercado. “Desde o final do ano passado, temos proposto aos nossos clientes um novo modelo de relacionamento baseado no trabalho conjunto entre cliente e fornecedor, visando a redução de custos e o aumento de produtividade”, afirma. “É o caso da Fagor Ederlan, onde temos obtido bons resultados”.
Ribeiro lembra que a Iscar também mantém parceria consistente com a Grob. “Nós participamos do desenvolvimento do ferramental das máquinas, que já chegam à Fagor ferramentadas pela Iscar”.
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